Você sabia?

Existem diversas expressões que usamos em nosso dia a dia, e acabamos não parando para nos questionar: qual a origem dessa expressão?

Faz parte da nossa luta antirracista entendermos a origem de expressões que usamos em nosso cotidiano, e assim, compreendermos que mesmo sem intenção de ofender, que devemos eliminá-las de nosso vocabulário.

Exemplos:
“Mulato/a” – origem: mula (animal híbrido). Originalmente, essa surge com a intenção de inferiorizar os filhos de mulheres escravizadas com seus senhores brancos, animalizando-os.
“Denegrir” – origem: Tornar negro, enegrecer. Expressão que associa da cor negra com algo ruim e negativo, e que pode ser substituída por “difamar” por exemplo.
“Não sou tuas negas” – Está associada às mulheres escravizadas, que eram tidas como propriedades e sofriam terríveis abusos, desumanizando-as.

Outras expressões que devemos eliminar: “cabelo ruim/duro”, “da cor do pecado”, “dia de branco”, “humor negro”, “inveja branca”, “lista negra”, “mercado negro”, “nasceu com o pé na cozinha”, “negra de traços finos/beleza exótica”, entre outras.

#pracegover #pratodosverem Na imagem temos um rapaz negro com expressão tranquila e reflexiva. À direita, o logo do Idis.

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